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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
Corpo & Mente
Em
minha opinião, meditar é se reciclar física e espiritualmente, sem pretensões
ou pressões, numa busca de paz, saúde e ânimo.
Meditar
é olhar para dentro, entrando em contato consigo! Num exercício de persistência
e paciência, se desligar das (pre)ocupações cotidianas e se ligar em seu corpo
e mente; percebendo, respeitando e melhorando seu modo de ser.
Meditação
é cura pela percepção e vontade!
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A palavra meditação vem do latim meditare, que significa "voltar-se para o centro".
Encare a meditação como um exercício para se conectar
com sua essência e a oportunidade de não ter que resolver ou fazer nada, apenas
estar e ser você, de forma relaxada e saudável.
Adaptação da postagem do blog Yoga na Prática
http://www.yoganapratica.com.br/2013/08/afinal-como-eu-faco-para-meditar-passo.html
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A palavra meditação vem do latim meditare, que significa "voltar-se para o centro".
A definição de meditação pode variar de
acordo com o contexto da prática religiosa ou se é usada de maneira leiga.
Algumas definições que são usadas para meditação são:
ª um estado que é vivenciado quando a mente se torna vazia e
sem pensamentos;
ª prática de focar a mente em algo;
ª uma abertura mental para o divino, invocando o contato com um poder superior;
ª desenvolvimento de uma determinada qualidade mental, como concentração,
bondade, energia, saúde, etc.
Ainda que algumas definições de 'meditação' pareçam contraditórias, todas elas apontam para uma realidade
interior mais profunda e a compreensão e desenvolvimento desta realidade.
Meditação sem complicação
Procure um local tranquilo, com poucos
estímulos sonoros e movimento. Silêncio ou música suave ajudam na concentração.
A postura para meditar normalmente é
sentar-se com a coluna ereta, o que diminui a chance de ter sono e facilita a circulação
de energia entre os chakras do corpo. Se esta posição for desconfortável, apóie
as costas numa parede ou porta, colocando uma almofada se necessário.
Evite uma postura relaxada demais (que
pode provocar sonolência) ou rígida (que pode causar cansaço). A cabeça abaixada pode induzir ao sono e
levantada pode cansar a coluna, tente manter o queixo naturalmente nivelado com
o chão.
As pernas normalmente estão cruzadas,
mas se pouca flexibilidade ou dores nos joelhos tornarem esta posição incômoda,
sente-se no chão com as pernas esticadas, sente-se numa cadeira ou pesquise uma
posição que lhe seja confortável sem induzir ao sono. As mãos normalmente ficam
sobre os joelhos, mas algumas pessoas preferem mantê-las uma sobre a outra, apoiadas
no colo com as palmas viradas para cima.
Meditar com os olhos abertos diminui a
possibilidade de sono, mas dificulta a concentração. Meditar com os olhos
fechados facilita a concentração e aumenta a possibilidade de sono. Algumas
pessoas preferem meditar de frente para uma parede e alternarem períodos de
olhos abertos e fechados até descobrirem qual forma melhor lhe convém.
Após encontrar o local e postura que
lhe são mais naturais, os modos mais simples para 'desligar' a mente são:
l concentrar-se na própria respiração.
l concentrar-se num ponto fixo ou objeto (um
local neutro numa parede, a chama de uma vela, etc.), imaginar um chakra como um ponto de energia (de cor fixa ou
variável) ou uma forma geométrica girando lentamente enquanto você observa os
diferentes ângulos.
l concentrar-se num som (um som contínuo emitido
por você, um mantra, o ritmo de um relógio, o canto de um pássaro, um disco com
músicas tranquilas, etc.).
Ao se
iniciar a prática da meditação percebemos o quanto nossa mente trabalha
incessantemente. Não desanime com isso, com a prática constante a mente se
aquietará mais rápido e por mais tempo. Cada dia poderá ser diferente,
dependendo do seu estado emocional, portanto acontecerão dias melhores e outros
piores. Em qualquer situação, seja gentil com você e volte quantas vezes forem
necessárias ao que se propôs concentrar ou contemplar.
O
objetivo de uma meditação não é nos introduzir numa revelação existencial ou
universo paralelo. Não crie expectativas. Apenas esteja atento a si para não se
perder em devaneios e não brigue com seus pensamentos. A questão não é tentar
deixar de pensar (pois isso já é um raciocínio) e sim escolher não prosseguir
com as ideias que surgirem. Sugira a si que estes pensamentos poderão voltar
mais tarde, depois da meditação, e volte ao foco físico ou mental que se
propõe naquele momento de forma paciente e persistente.
Adaptação da postagem do blog Yoga na Prática
http://www.yoganapratica.com.br/2013/08/afinal-como-eu-faco-para-meditar-passo.html
A meditação e o yoga se complementam de forma eficiente e simples para quem desejar manter uma saudável vida física e mental, podendo ser praticadas gratuitamente dentro de casa ou em outro local que se julgue agradável. Bastam interesse e constância.
Nos links abaixo há dicas interessantes e práticas para se fazer yoga:
Blog Yoga na Prática – 7 dicas para montar sua prática de yoga
&
Blog Yoga na Prática – Yoga rápida e descomplicada para fazer em casa
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Ensinando a aprender
A esperança não é uma coisa sólida
Autor: Jorge Marin
Autor: Jorge Marin
Tentamos imprimir uma
grandiosidade nas coisas que sabemos e falamos, mas, na realidade, as coisas
que importam na vida são reveladas em momentos simples, em conversas infantis e
na hora em que o nosso pensamento está distante.
Adaptação da postagem do blog Pitomba
http://grupopitomba.blogspot.com.br/2015/05/a-esperanca-nao-e-uma-coisa-solida.html
A passagem bíblica do
pré-adolescente Jesus ensinando aos doutores no templo é um instante
iluminador, não pelas palavras que aquele menino disse, mas, principalmente,
pela disposição daqueles homens, tidos como “sábios”, em ouvi-lo.
Quem sabe ouvir, aprende. E
quem aprende, dizia Paulo Freire, ensina a aprender. Caminhando com o meu filho
para a escola, somos abordados pela exibição de alguns panfletos e revistas de
determinada religião, onde o destaque é a palavra ESPERANÇA.
– Que será que estão dizendo
sobre a palavra “esperança” – pergunta ele.
– Provavelmente, que a
esperança é a última que morre – brinco.
– A esperança nunca morre,
pai.
– Por que, meu filho?
– Não morre porque a
esperança não é uma coisa sólida. Só coisas sólidas morrem!
Escutando aquela declaração
assim tão erudita, fiquei pensando se talvez não fosse melhor deixá-lo em casa
filosofando (e, naturalmente, jogando videogame) do que levá-lo à escola.
Eu, do alto dos meus quase
sessenta anos de pura e renovada ignorância, fico pensando assim: se a
esperança não é uma coisa sólida, e não é mesmo, por que é que passamos a vida achando
que as pessoas, e o mundo, vão mudar para melhor?
E o que seria esse “melhor”
senão um comportamento ideal que está apenas na minha cabeça? Se, para mim, um
mundo melhor seria um lugar onde as pessoas não se metessem na vida alheia,
para minha vizinha de porta um mundo ideal seria um lugar onde as pessoas
fossem mais fraternas.
Já estou muito velho para me
iludir de cara limpa. Sei que a tendência do ser humano não é ser bonzinho. Cada
ser humano é tanto mais maldoso quanto o desejo dele se diferencia do meu
desejo. Ceder ao desejo do próximo é sinal de fraqueza (alguns dizem que é
amor); impor o meu desejo ao outro é prepotência, ou, numa versão mais
aceitável, marketing.
Pelo menos, perder a
esperança já não me pesa tanto, agora que sei que ela não é uma coisa sólida,
como aprendi com meu filho.
Adaptação da postagem do blog Pitomba
Imagem: br.pinterest.com/sbazote
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
Tédio
Taedium Vitae
Autor: George Bernanos
Autor: George Bernanos
As pessoas
são consumidas pelo tédio. Temos que refletir um pouco para
perceber isto – não é coisa que se veja de imediato. É uma espécie de poeira.
Vamos sem vê-la para cá e para lá, a aspiramos, a comemos, a bebemos, e ela é
tão fina que nem sequer range entre nossos dentes. Mas basta pararmos e ela se assenta como um manto sobre nosso rosto. Temos que sacudir
constantemente de nós essa chuva de cinzas.
É por isso que as pessoas são tão agitadas!
É por isso que as pessoas são tão agitadas!
Adaptação da postagem do blog Infinito Particular
http://infinitoparticulardalva.blogspot.com.br/2011/11/nossos-tempos.html domingo, 28 de junho de 2015
Curtindo a vida (adoidado)
sem
medo
sem
noção
sem
afinação
Quem já teve o (des)prazer de me ouvir cantando enquanto toco bateria
sabe que eu gritando e um gato miando tem muito em comum.
Quem já teve o (des)prazer de me ouvir cantando enquanto toco bateria
sabe que eu gritando e um gato miando tem muito em comum.

quinta-feira, 28 de maio de 2015
Escravidão voluntária
Vivemos numa sociedade em que somos pressionados a produzir cada vez mais e aproveitamos cada vez menos do que é produzido.
Por conta de dinheiro, muitas vezes pouco mais do que o necessário para custear as despesas básicas com moradia e alimentação, nos distanciamos do que faz bem para nosso espírito e das pessoas que nos engrandecem e abastecem emocionalmente.
Sem perceber somos consumidos pelo nosso consumismo, negligenciamos nossa qualidade de vida esperando tempos melhores que não irão acontecer por si só, e nos sentimos gradativamente cada vez mais cansados e entorpecidos, incapazes de romper com um ciclo de paralisação e insatisfação.
Nos esquecemos ou privamos de pequenos e importantes prazeres como uma boa conversa com uma pessoa agradável, acompanhar um nascer ou pôr do sol, contemplar por algum tempo as nuvens se modificando num dia ensolarado, ler um livro sem preocupação com o relógio, dormir pelo tempo necessário para uma completa recuperação do corpo, entre tantas outras possibilidades gratuitas.
O trabalho deve gerar um resultado que será construtivo para quem o faz ou para outras pessoas. Sem gratificação emocional ou material, o tempo e esforço investidos num trabalho se transformam numa desgastante rotina sem significado.
Sem perceber somos consumidos pelo nosso consumismo, negligenciamos nossa qualidade de vida esperando tempos melhores que não irão acontecer por si só, e nos sentimos gradativamente cada vez mais cansados e entorpecidos, incapazes de romper com um ciclo de paralisação e insatisfação.
Nos esquecemos ou privamos de pequenos e importantes prazeres como uma boa conversa com uma pessoa agradável, acompanhar um nascer ou pôr do sol, contemplar por algum tempo as nuvens se modificando num dia ensolarado, ler um livro sem preocupação com o relógio, dormir pelo tempo necessário para uma completa recuperação do corpo, entre tantas outras possibilidades gratuitas.
O trabalho deve gerar um resultado que será construtivo para quem o faz ou para outras pessoas. Sem gratificação emocional ou material, o tempo e esforço investidos num trabalho se transformam numa desgastante rotina sem significado.
O bom trabalho é aquele
que, em alguma medida, me realiza,
me dá satisfação e me faz sentir útil para a sociedade em que vivo.
Enfim, um trabalho cujo sentido consigo perceber,
para o qual não me arrependo de dedicar várias horas do meu dia.
( Alessandro Molon )
me dá satisfação e me faz sentir útil para a sociedade em que vivo.
Enfim, um trabalho cujo sentido consigo perceber,
para o qual não me arrependo de dedicar várias horas do meu dia.
( Alessandro Molon )
terça-feira, 28 de abril de 2015
AdmirAção
É um
privilégio e um prazer viver por duas décadas respirando o mesmo ar que uma
pessoa que tem os atributos necessários para, ao longo do tempo, fazer aumentar
a admiração ao invés da decepção!
Tomara que eu tenha a sorte de mais 20 anos ao alcance do seu abraço...
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