quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O tratamento do amor

O texto abaixo não tem a ver com uma religião em particular. É um exercício de espiritualização através da constante mentalização! A leitura diária deste texto, no momento mais oportuno da sua rotina, tem por objetivo criar pensamentos positivos e atitudes saudáveis para a mente e para o corpo.
Recomendo copiar este texto, ir para um lugar tranquilo, respirar lenta e profundamente algumas vezes e ler sem pressa o que está escrito, mentalizando cada frase e transferindo-a para as situações e pessoas da sua vida.

O TRATAMENTO DE AMOR

     Bem no centro do meu ser existe uma fonte infinita de amor. Agora permito que esse amor flua para a superfície. Ele enche meu coração, meu corpo, minha mente, minha consciência, todo o meu ser, e irradia de mim em todas as direções, voltando para mim multiplicado. Quanto mais amor eu uso e dou, mais tenho para dar, porque a fonte é inesgotável. O exercício do amor me faz sentir bem, o que é uma expressão da minha alegria interior.
    Eu me amo. Portanto, cuido amorosamente de meu corpo. Carinhosamente eu o alimento com comidas e bebidas saudáveis, eu o exercito e alongo, eu o arrumo e visto, e meu corpo carinhosamente me responde com vibrante saúde e energia. Eu me amo. Portanto, dou a mim mesmo um lar confortável, que atende a todas minhas necessidades e onde moro com prazer. Encho os cômodos com a vibração do amor e, assim, todos que neles entram, eu inclusive, sentem esse amor e são por ele nutridos.
    Eu me amo. Portanto, tenho uma atividade profissional que executo com prazer, em que uso meus talentos e habilidades criativas e entro em contato com pessoas que respeito e que também me respeitam, obtendo uma renda satisfatória. Eu me amo. Portanto, comporto-me amorosamente e com amor penso nos outros, porque sei que aquilo que dou volta para mim multiplicado. Atraio para meu mundo apenas pessoas amorosas, pois elas são um reflexo de mim. 
   Eu me amo. Portanto vivo totalmente no presente, gozando cada minuto e sabendo que meu futuro é alegre, brilhante e seguro, pois sou um fruto amado do universo que amorosamente cuida de mim agora e para sempre. E assim é.

Texto adaptado, retirado da página 111 do livro
Cure seu corpo: as causas mentais dos males físicos e o modo metafísico de combatê-los.
Autora: Louise Hay.
29ª edição - Rio de Janeiro: Editora BestSeller, 2007.

Adaptação da postagem do blog HistóriaS
http://historiasylvio.blogspot.com.br 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

(Des)Apego

Desapego é envolvimento e intimidade com as coisas como são.

Muitas pessoas ouvem esse conceito do desapego e pensam que é uma espécie de afastamento, quando, na verdade, desapego é estar aberto a tudo, uma intimidade e um envolvimento verdadeiros com todas as coisas.

O apego é um sentimento de carência dentro de nós, uma crença que de alguma forma não somos ou temos o suficiente. Então, porque estamos convencidos disso, nós ansiamos por alguém ou algo fora de nós, acreditando que será melhor quando encontrarmos esse ideal.
Quando conseguimos, não aproveitamos plenamente porque temos medo de perder e desejamos manter o que consideramos uma necessidade ou direito nosso. Quando não conseguimos, nos sentimos frustrados e enraivecidos. O apego é, portanto, fonte de emoções infelizes.

Existe uma história zen sobre um mestre e seu discípulo. Os dois estavam a caminho da aldeia vizinha quando chegaram a um rio e viram na margem uma bela moça tentando atravessá-lo. O mestre zen ofereceu-lhe ajuda e, erguendo-a nos braços, levou-a até a outra margem. Depois cada qual seguiu seu caminho. O discípulo ficou bastante perturbado, pois o mestre sempre lhe ensinara que um monge nunca deve tocar uma mulher. O discípulo pensou e repensou o assunto; por fim, ao voltarem para o templo, disse ao mestre:
– Mestre, o senhor me ensinou a nunca tocar uma mulher e, apesar disso, o senhor pegou aquela moça nos braços e atravessou o rio com ela.
Respondeu o mestre: 
– Eu deixei a moça na outra margem do rio. Você ainda a está carregando.

O desapego é um dos mais importantes ensinamentos budistas. Muitos dos problemas da vida são causados pelo apego.
Desapego não é desinteresse, indiferença ou fuga aos problemas da vida. O desapego não é uma rejeição, mas uma libertação que prevalece quando deixamos de nos atar às causas do sofrimento, num estado de paz interior, com conhecimento lúcido de como funciona a nossa mente. Desapego é soltar aquilo que foi "pego" e mantemos fixo como se fosse permanente ou como achamos que deveriam ser.
A vida e seus problemas devem ser encarados e lidados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar. O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Nosso apego às pessoas, coisas, condições, sentimentos e ideias é muito mais problemático do que imaginamos.

Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente. Devemos viver o melhor "agora" que nos é possível, com plena consciência e responsabilidade. Quando o sol brilha, desfrute-o; quando a chuva cai, desfrute-a. Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão. 

A vida é mutável; todas as coisas são mutáveis. Por isso, deixe ir as coisas. Tudo o que fazemos, devemos fazer buscando sinceramente o melhor e, uma vez feito, feito está. Desapegue de suas escolhas, sejam elas certas ou erradas. Desapegue das pessoas e das coisas, sejam elas boas ou ruins. Este é um segredo da vida que nos impede de ficar entediados ou neuróticos. 

Adaptação da postagem do blog Buda Virtual
http://www.budavirtual.com.br/o-desapego 

Cataratas Pongua (Vietnã)