Mostrando postagens com marcador Artes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artes. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de abril de 2025
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
Aquarela
Essa
música, composta por Toquinho e Vinícius de Morais, é uma reflexão – ao mesmo
tempo simples e sábia – sobre o que é a vida. Um comovente misto da esperança
de uma criança e da sabedoria de um ancião.
domingo, 28 de abril de 2024
PonderAção
Linda e inspirada composição da paranaense Ana Vilela (Ana Carolina Vilela da Costa)!
Lançada em 2017, a música trata sobre o que é tão essencial quanto simples para uma boa vida. Uma lição de sabedoria!
Lançada em 2017, a música trata sobre o que é tão essencial quanto simples para uma boa vida. Uma lição de sabedoria!
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar
Então fazer valer a pena
Cada verso daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar
No topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo
E também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar
Também não é sobre
Correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
quinta-feira, 28 de março de 2024
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
sexta-feira, 28 de abril de 2023
AmpliAção
Alike
Alike ("como"; "parecido com") é uma animação espanhola produzida em 2015 pela CGMeetup, dirigida por Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez, que mostra um pai conduzindo seu filho ao caminho que acredita ser o mais fácil e seguro, por ser trilhado pela maioria.
Alike ("como"; "parecido com") é uma animação espanhola produzida em 2015 pela CGMeetup, dirigida por Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez, que mostra um pai conduzindo seu filho ao caminho que acredita ser o mais fácil e seguro, por ser trilhado pela maioria.
Este belo curta-metragem questiona o espaço do lúdico em meio à rotina concreta, lembrando às famílias que elas não devem desistir de suas cores.
Espero que goste tanto quanto eu!
Espero que goste tanto quanto eu!
sábado, 28 de janeiro de 2023
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Meditar
Se ficar o bicho pega
Se correr o bicho come
Se meditar o bicho some
!
Se correr o bicho come
Se meditar o bicho some
!
Nova York (Estados Unidos)
Escultura em bronze 'Expansão': Paige Bradleyquinta-feira, 28 de abril de 2022
AspirAção
Na mitologia grega, Ícaro era filho de uma escrava de Perséfone (deusa das ervas, flores, frutos e perfume) com Dédalo (descende de Zeus).
Dédalo e Ícaro viviam na ilha de Creta, junto ao rei Minos, e construíram o labirinto do Minotauro, no qual o monstro foi aprisionado. Após a morte do Minotauro, Dédalo e Ícaro ficaram presos no labirinto e, para saírem dele, Dédalo construiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e penas de gaivota. Antes de voarem para a liberdade, Dédalo alertou o filho para que não voasse muito perto do sol, para não derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, para não deixar as asas pesadas.
Dédalo e Ícaro viviam na ilha de Creta, junto ao rei Minos, e construíram o labirinto do Minotauro, no qual o monstro foi aprisionado. Após a morte do Minotauro, Dédalo e Ícaro ficaram presos no labirinto e, para saírem dele, Dédalo construiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e penas de gaivota. Antes de voarem para a liberdade, Dédalo alertou o filho para que não voasse muito perto do sol, para não derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, para não deixar as asas pesadas.
No entanto, Ícaro ignorou os conselhos do pai e, tomado pelo desejo de voar mais alto, perdeu as penas de suas asas e morreu ao caiu no mar, enquanto seu pai voou para a Sicília.
Voe alto, mas com atenção, humildade e sabedoria !
quarta-feira, 28 de julho de 2021
domingo, 28 de março de 2021
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Da Estrada
A
estrada vicia o corpo e o espírito numa fuga transitória da rotina e das
responsabilidades da vida.
Promessas
de novos cenários e novas personagens depois de cada curva, após cada subida.
Doce
tentação...
Mas
a estrada tem também o seu lado amargo: do desconforto, da insegurança, de
estar estrangeiro.
Cada espírito que encontre suas vocações e necessidades ao longo dos caminhos da vida, seja numa estrada ou numa (fixa) estada.
Cada espírito que encontre suas vocações e necessidades ao longo dos caminhos da vida, seja numa estrada ou numa (fixa) estada.
terça-feira, 28 de abril de 2020
LibertAção
Liberdade em 2 rodas
Autor: Sylvio Bazote
O contato com o calor e o frio
O contato com o calor e o frio
do
vento, do sol e da chuva
no
mundo que cerca
disponível
para ser visto
sem
obstáculos
com um
simples giro de cabeça
enquanto
o chão passa veloz sob os pés.
Na
versão motorizada (moto)
ou na
versão muscular (bicicleta)
seguir
por estreitas trilhas
ou
largas estradas
parar e
voltar como quiser
com
poucos entraves
sentindo
o cheiro e o gosto da poeira
dos
caminhos de terra e asfalto.
Viajar
num carro ou ônibus é estar numa gaiola que se movimenta!
Livre
se está quando se pode pegar o vento com as mãos,
abrindo
os braços do guidão.
Andar
sobre duas rodas é um estilo e metáfora de vida:
Pouco
conforto e muita atenção pelo caminho que se percorre,
com a limitação
da pouca bagagem que se consegue levar
na sensação
e satisfação de superação e no destino planejado chegar.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
domingo, 28 de abril de 2019
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Noturno
Calada noite barulhenta
Autora: Paula Jenevain Grazinoli
Autora: Paula Jenevain Grazinoli
Na calada da noite,
quando minha cama se aquece, meu corpo não para. É o sono que não aparece.
Remexo sem parar e o silêncio me ensurdece. Cada barulho é um mistério: o
cachorro latindo parece um leão; o armário rangendo, suspeita de ladrão!
Faço prece, conto carneiros, meu rosto envelhece. Mas
dormir que é bom... esquece! Tento então pensar, mas os pensamentos não
obedecem. Brincam comigo. Não querem sonhar, querem sim dançar! Criam histórias
e revivem fatos reais. Deixam o subconsciente pra lá e da realidade tornam-se
amigos leais.
Os olhos abrem e fecham como uma porta na ventania.
Os pés balançam como em uma coreografia. O tempo vai passando e agonia, agonia!
E quanto mais me lembro da hora, mais pensamento aflora. É culpa da minha
boêmia imaginação, que no sussurro da noite aparece, me ensandece por hora e
não tem pressa de ir embora.
Dançam lápis e caneta, formando garranchos de letras tortas e pernetas. Ai de mim se não obedecer às letras. Elas rebolam, mostrando a hora da animação. Ai de mim se tentar dormir e não deixar liberar a endorfina da minha nervosa inspiração!
Adaptação
do texto retirado da página 96 do livro
Feio,
Belo, Complexo Cotidiano
Juiz de Fora: Funalfa, 2012.quarta-feira, 28 de março de 2018
Assinar:
Postagens (Atom)
















